ASTCU lança Projeto Verão (redução de medidas) para associados e demais servidores

                                                                         

( Diretoria da ASTCU) O que você acha de aproveitar o fim de ano para dar um upgrade na sua vida? Fazer algo que certamente elevará sua autoestima sem precisar se deslocar de carro após o trabalho. E ainda: ser premiado por isso. Preparamos uma surpresa para você!

 

O Centro de Treinamento ASTCU deu início, no dia 10 de outubro, a um projeto que se estenderá até 10 de dezembro.

 

Trata-se do projeto METAS

 

Medidas, Esforço, Treino, Alimentação, Saúde

 

Nesse projeto, definiremos – junto com você – METAS pessoais com foco na diminuição de MEDIDAS, recompensando seu ESFORÇO por meio de TREINOS dirigidos e algumas orientações quanto à ALIMENTAÇÃO e à SAÚDE.

 

Sabe-se que a atividade física está diretamente ligada a uma vida mais saudável e produtiva e, a partir disso, ajudaremos você a ter mais saúde, bem-estar e lazer.

Vale ressaltar que o projeto METAS não se trata apenas de uma superação pessoal, mas também de uma competição entre seus participantes, sendo premiados aqueles que obtiverem os melhores resultados nas avaliações físicas realizadas no início e na conclusão do projeto.

 

                                                            E aí, você se interessou? 

 
                                              Pretende saber detalhes sobre essa atividade?

 

Visite as instalações do Centro de Treinamento ASTCU e tire todas as suas dúvidas. Ou ligue para 98277-0057 / ramal 4114. A academia fica no subsolo do Anexo II, sala S14.

 

Será um prazer ter você conosco neste projeto. Então corra! Não fique fora dessa! Nós garantimos que você não vai se arrepender!

 

PREMIAÇÃO:

 Haverá um prêmio por categoria, ou seja, três prêmios no total. Sendo as categorias : redução de medidas, perda de gordura e ganho de musculatura. Cada prêmio consiste em um mês de academia grátis + um mês de personal trainer + um mês de Crossfit, podendo cada um desses (mês de academia, mês de personal ou mês de Crossfit) ser indicado para um terceiro.

ASTCU e entidades parceiras comemoram o sucesso da festa do Dia da Criança do TCU

(Jornalista:Milena Abrahão Khoury)

A festa do Dia da Criança deste ano, promovida na última quarta-feira (12) pela Associação dos Servidores do Tribunal de Contas da União (ASTCU) em parceria com a União dos Auditores Federais de Controle Externo(Auditar), o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e Tribunal de Contas da União (Sindilegis) e a Associação Nacional dos Servidores Aposentados e Pensionistas  do Tribunal de Contas da União (AsapTCU)  deixou um gostinho de quero mais. Em um ambiente familiar, cerca de 120 crianças demonstraram animação com as  atrações e com as deliciosas comidinhas oferecidas no clube da ASTCU. No cardápio, guloseimas como espetinho de carne, picolé, algodão-doce, pipoca, kit confeitos e refrigerante.

Entre as atividades de entretenimento, as preferidas da garotada foram os balões em formato de bicinhos e o futebol de sabão. Mas os pimpolhos também se divertiram no touro inflável, na cama elástica, na piscina de bolinhas, na brinquedoteca e no tobogã. Neste ano, no entanto, a ASTCU inseriu no calendário festivo a musicalização infantil e a contação de histórias, realizada pela  poetisa e autora de livros infanto-juvenis, Sandra Fayad.  “A ASTCU decidiu incluir a contação de histórias no evento para estimular o hábito de leitura e a criatividade, além  de  gerar atenção para um mundo que existe fora dos celulares”, pontuou Anabe Lopes, presidente do Conselho Fiscal da associação. Ela ainda observou que, enquanto as crianças sentavam ao redor da contadora de histórias, os pais estavam ao lado, acompanhando o encantamento dos filhos. “Esses momentos proporcionam ganhos enormes na relação entre pais e filhos. Para o próximo ano, a ASTCU prevê um incentivo ainda maior em ações como essas”, completou.

Pedro Rodrigues(5) disse que gostou muito de  escutar a “historinha” da tartaruga . Isabella Viana(7), neta da servidora Wânia Lúcia, elegeu a piscina como o melhor lugar para se divertir. “Acho legal uma festa para comemorar o Dia das Crianças. Nós também somos importantes”,afirmou Marcus Vinícius(7). Talita Vitória(7) contou que dormiu bastante para chegar à festa descansada.

O servidor Rodrigo Schafhauser – pai da pequena Lorena de 1 ano e 10 meses – destacou que, além de divertir as crianças , o evento promovido pelas entidades representativas foi realizado em um ambiente tranquilo e seguro. “Gostaria de conclamar os servidores para se associarem. O clube da ASTCU está muito bom e agradável”, constatou.

O servidor Breno Costa, pai dos garotinhos Pedro(6) e Heitor(4), disse que ficou muito satisfeito com a iniciativa. “O lugar é tranquilo e os meninos estão adorando as atrações”, afirmou.

“Estou muito feliz. É muito gratificante ver os servidores e suas famílias se divertindo e confraternizando com os colegas de trabalho. É muito bom ver o sorriso estampado no rosto de cada criança”, comemorou o presidente da ASTCU, Regis Machado.

Ele também destacou que a sinergia entre ASTCU, Auditar, Sindilegis e Asap tem propiciado ganhos significativos para os servidores. “Prova disso foi a ótima avaliação da festa do Dia da Criança”, pontuou. O presidente ainda avaliou que os avanços alcançados pela ASTCU nas últimas gestões foi um ponto preponderante para o resultado positivo da festa do Dia da Criança. “A ASTCU, hoje, destaca-se por sua capacidade de realizar eventos culturais, de lazer e esportivos que agradam ao seu público. Faço um convite para que os servidores venham conhecer nossas instalações e para que façam a confraternização de fim de ano de suas respectivas secretarias aqui no clube. Quanto mais o servidor prestigiar o clube, melhores serão os serviços oferecidos a nossa categoria”, ressaltou.

Para o vice- presidente da ASTCU, Alison Souza, a comemoração do Dia da Criança é um momento de muita alegria e de congraçamento.  “ Estou feliz em estar aqui no clube pela terceiro ano consecutivo para participar dessa data tão importante para os filhos dos servidores.  Ele atribuiu o  sucesso da  festa a dois fatores: a consolidação da parceria firmada entre as associações e  o amadurecimento pelo qual vem passando a ASTCU  em relação às demandas dos servidores.  “Um exemplo disso é que, neste ano, inovamos ao inserir a contação de histórias e a musicalização infantil na programação do Dia da Criança. O resultado foi fantástico”, avaliou.

De acordo com o presidente da Auditar, Paulo Martins, a produção de eventos  como o Dia da Criança é fundamental para    valorizar a família e os filhos dos servidores, além de proporcionar   alegria e promover a mobilização da categoria. “A Auditar apoia e incentiva a iniciativa. Estamos juntos”, salientou.

Evaldo Rui Rocha, presidente da Asap, disse que o projeto de união das entidades é muito proveitoso, pois propicia a promoção de eventos que reúnem e beneficiam servidores e familiares. “Assim como as demais entidades representativas, a Asap é  parceira  dessas ações”, ressaltou.

Serviços e novidades no clube da ASTCU

Além de promover atividades culturais ( apresentações musicais no TCU e Escola de Música nas dependências do clube ) e de lazer , a ASTCU disponibiliza para seus associados e para os demais servidores diversas modalidades esportivas: tênis, crossfit, natação, beach tennis, futebol, escolinha de futebol  e jiu-jitsu. Além desses esportes, em breve será inaugurada uma quadra de paddle tennis  nas dependências do clube. Também há planos para o oferecimento de oficinas de maquiagem, de culinária e de dança para o público interessado.

Para esclarecimento, a ASTCU informa que o campo maior de futebol está sendo revitalizado. Dessa forma, os jogos foram interrompidos temporariamente, inclusive aqueles que contemplam o futebol infantil. Este último retomará suas atividades no primeiro semestre de 2017.

Mais informações pelo telefone: 3316- 7184 ou pelo site: www.astcu.org.br.

Paralimpíadas Rio 2016 suscitam debate acerca da importância da Comissão de Acessibilidade do TCU

(Jornalista:Milena Abrahão Khoury)

As Paralimpíadas Rio 2016 configuraram um momento histórico, uma vez que ensejaram a reflexão e o debate acerca da acessibilidade e da inclusão social. O mundo contemporâneo já não acomoda mais preconceitos. É preciso rever valores e comportamentos no que diz respeito à pessoa com deficiência.  Também é preciso investir de forma maciça em ações que facilitem a vida dessas pessoas para que elas desenvolvam suas competências de forma plena. E, sobretudo, é necessário compreender que limitações são inerentes ao ser humano, independentemente de sua condição. “A sociedade precisa se conscientizar de que a pessoa com deficiência está apta para o mercado de trabalho e possui competências como qualquer outra. Ela não quer ser ajudada, ela quer condições para que possa exercer de forma plena suas atividades, inclusive dentro do Tribunal de Contas da União, ressaltou a servidora Valéria Ribeiro, coordenadora da Caces- Comissão de Acessibilidade do TCU. Para a servidora Delma Nazareno da Silva Ferro, membro da Caces indicada pela Secretaria- Geral de Controle Externo, a acessibilidade precisa ser para todos, não apenas para quem usa muleta ou cadeira de rodas. “Essa conscientização também precisa partir do TCU. Todos devem ter acesso à educação, ao lazer, ao esporte para ser um cidadão pleno, independentemente da sua condição física”, pontuou. A Caces foi instituída e institucionalizada no TCU com o objetivo de oferecer suporte à pessoa com deficiência, provocando discussões na sociedade acerca da acessibilidade e da inclusão social.

Desde 2012, o tribunal contempla no Fiscobras um tópico específico para verificação de acessibilidade. Realizou-se uma auditoria muito ampla que permitiu identificar os principais obstáculos tanto de ordem arquitetônica quanto de treinamento dos servidores públicos para lidar com a pessoa com deficiência que se dirige a um órgão ou a uma entidade da Administração Pública federal. Foram selecionados os órgãos com maior atendimento ao público, o que permitiu apontar as falhas cometidas pela Administração Pública no que diz respeito à acessibilidade e à mobilidade reduzida. Diante disso, o TCU fez determinações para que se promovessem as correções nos órgãos auditados, que passaram a estar obrigados a apresentar nas suas prestações de contas anuais todas as ações que estão sendo desenvolvidas. E, de modo geral, os órgãos vêm buscando cumprir o que foi solicitado.

Pode-se citar, ainda, o Plano Viver sem Limite, que foi uma ação concebida para alcançar, em múltiplos aspectos, os direitos da pessoa com deficiência. Envolvendo 15 ministérios, esse processo é objeto de monitoramento, inclusive com a possibilidade de responsabilização dos gestores que se mantiveram omissos frente a essa determinação do tribunal.

A seguir, entrevista com o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União Sérgio Caribé, idealizador e supervisor da Comissão de Acessibilidade do TCU.

 

O senhor foi convidado pelo presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro(CPB), Andrew Parsons, para participar da cerimônia de abertura das Paralimpíadas. Qual foi a sensação experimentada?

A emoção começou em Brasília com o revezamento da Tocha Paralímpica. Eu já havia visto pela TV pessoas que conduziram a tocha falarem da sensação vivenciada, mas participando a emoção é muito maior do que eu imaginava.  A abertura é um capítulo à parte. Ela foi muito bem pensada e montada, uma vez que teve sensibilidade para tocar na questão da pessoa com deficiência. E teve início com a descida do cadeirante norte-americano Aaron Wheelz em uma megarrampa. Ele deu um salto mortal na cadeira de rodas, já demonstrando a capacidade da pessoa com deficiência. Um dos momentos mais emocionantes da cerimônia de abertura foi o episódio que envolveu a ex- paratleta Márcia Malzar. Ao conduzir a tocha, desequilibrou-se e sofreu uma queda, arrancando aplausos de pé de todo o Maracanã.  A animação com que as delegações entraram, a felicidade daquelas pessoas por participarem dos jogos, sentindo-se integradas, tudo isso também foi motivo de muita emoção.  Eu só lamento muito o fato de os Jogos Paralímpicos não terem sido transmitidos ao vivo pela TV aberta.  Eu ainda permaneci no Rio por três dias com a intenção de fazer visitas técnicas nas áreas dos jogos, além de verificar a situação da segurança.  Fui ao Engenhão, usei metrô, trem, havia as plataformas que desciam as escadas, tive acompanhamento dos funcionários. No BRT, não tive dificuldade no embarque e no desembarque. O transporte para deslocamento às áreas dos jogos foi satisfatório, houve percalços, mas foi satisfatório.  Observei, no entanto, que o Rio de Janeiro depara com um grande problema: ao me deslocar pelas calçadas, constatei que são muito irregulares, com buracos, passar das calçadas para a rua foi menos traumático do que transitar pelo passeio. Existe uma falta de manutenção no Rio e nas demais cidades brasileiras.

 

De que forma um evento como as Paralimpíadas contribui para suscitar a reflexão acerca de temas tão importantes como a acessibilidade e a inclusão social?

Elas põem em evidência a pessoa com deficiência vencendo os seus próprios desafios, sempre em um momento de conquista. Mesmo quando se perde uma prova, conquista-se uma melhora no tempo. Só o fato de se habilitar para participar dos jogos já é uma conquista.

O que elas têm de mais positivo é mostrar para  a sociedade que as pessoas com deficiência têm suas capacidades, muitas vezes surpreendentes. Já em Brasília, acompanhei pela TV uma prova em que o medalhista de ouro no atletismo das Paralimpíadas fez um tempo inferior ao medalhista de ouro que participou das Olimpíadas pela mesma modalidade. Se ele tivesse participando dos Jogos Olímpicos, teria superado o atleta sem deficiência. Também me surpreendeu o nível de preparação dos participantes. Não estamos falando de pessoas com deficiência que praticam esporte por recreação, mas de atletas de ponta.

 

O esporte é uma forma de motivação para as pessoas com deficiência?

Eu não tenho a menor dúvida. O esporte é uma forma muito eficaz de inclusão social e de despertar na pessoa com deficiência, sobretudo naquelas que adquiriram uma deficiência ao longo da vida, a consciência da possibilidade de superar suas limitações, da capacidade de realizar, embora de modo diferente, embora com alguma restrição sensorial ou física.   Pouco tempo atrás, a sociedade acreditava que a deficiência era um atributo da própria pessoa com deficiência e que interessava exclusivamente a esta última. Porém, a sociedade tem de ser inclusiva. Naturalmente, para que a pessoa se desenvolva no esporte, ela tem de ter condições adequadas de transporte, de circulação e de manutenção de sua própria saúde. Por isso, é preciso respeitar as especificidades que cada pessoa tem, e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência(LBI) já avançou nesse sentido.  Todos precisam de meios para se desenvolver, meios que promovam a retirada dos obstáculos – no caso da  pessoa com deficiência- e das barreiras, sobretudo as atitudinais, que muitas vezes são as mais difíceis de serem transpostas, sendo esse o elemento mais forte de exclusão social.

 

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) é uma lei nova, que entrou em vigor em janeiro de 2016. Que avanços foram alcançados desde que ela foi instituída?

É importante deixar registrado que, de fato a LBI é uma legislação muito recente, aprovada em 2015, mas com vigência a partir de janeiro deste ano. No entanto, ela reproduz o que já existia na nossa legislação. Desde 2000, temos legislações que tratam da promoção da acessibilidade, fixando prazos para a adaptação dos espaços públicos, das instalações mantidas pelo poder público ou pela pessoa privada que explora um serviço aberto ao público. Em inúmeros aspectos, a LBI renova, reitera e reforça obrigações que o estado brasileiro já deveria ter se desincumbido em razão de legislações anteriores.  E – com o decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 – que promove a acessibilidade, muitas questões foram normatizadas, normas técnicas foram elaboradas pela ABNT para padronizar esses atendimentos. Mas a LBI traz algumas inovações. Ela incorpora a nossa legislação todos os conceitos e a nova perspectiva trazidos pela Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência. Ela atualiza a legislação, consolidando uma percepção adequada da promoção dos direitos da pessoa com deficiência. Contudo, o que considero de mais relevante na LBI é a possibilidade de responsabilização e de condenação de agentes públicos ou privados por ato de improbidade administrativa em casos de recusa de promoção da acessibilidade ou de fornecimento de adaptação razoável (atendimento à demanda dentro de condições que se apresentem razoáveis para que a pessoa com deficiência tenha igualdade de oportunidade para  interagir na sociedade de modo pleno).

Hoje, com a Convenção e com a LBI, a deficiência é vista como um conceito em evolução e resultante da interação da pessoa com deficiência com o meio ambiente, de tal modo que quanto menos barreiras existirem, menos deficiente essa pessoa se torna frente ao meio, de modo que a deficiência possa ser absolutamente superada enquanto elemento de exclusão social. Vivemos em uma sociedade plural, em que  todos são iguais juridicamente falando. E,  para que se respeite o princípio da igualdade, há de se respeitar toda a pluralidade que a nossa população comporta, inclusive as condições da pessoa com deficiência.

 

O senhor é supervisor da Caces- Comissão de Acessibilidade do TCU. Como ela foi instituída?

O trabalho especificamente voltado à questão da acessibilidade teve início no TCU quando trouxemos a campanha Ministério Público de Contas pela acessibilidade total. O primeiro objetivo era incluir nas atividades de fiscalização do tribunal a temática da acessibilidade. Isso foi prontamente acolhido pela presidência e pelo plenário da Casa.

E, a partir da identificação de núcleos de Comissões, de estruturas montadas em outras instituições, começamos a conceber essa estrutura no âmbito do TCU, mas arrisco dizer que, tal qual esta prevista, a Caces tem uma estrutura normativa que lhe confere uma capacidade de atuação muito mais ampla do que  as unidades que chamamos de congêneres em outros órgãos. Alem disso, foi identificada a pertinência de se ter um espaço físico próprio para a comissão, colocada em um ambiente que reflete a preocupação e o interesse que o tribunal tem tido com a questão.

 

Com a criação da Comissão, quais as melhorias verificadas no TCU?

Com o início dessas atividades, fomos identificando uma série de oportunidades de atuação do TCU tanto internamente, aperfeiçoando rotinas de trabalho ou adaptando instalações físicas, quanto em relação aos trabalhos de fiscalização que o tribunal vem desenvolvendo.

Em 2012, promovemos um importante seminário para debater de forma ampla questões que envolvem a pessoa com deficiência. Contamos com a presença maciça das autoridades da Casa, de secretários e de servidores. A partir disso, identificamos a possibilidade de expandir essa ação ora por meio de representações que eu ofereci em razão de questões pontuais, ora buscando institucionalizar no tribunal uma estrutura que permanentemente acompanhasse esses assuntos. Assim, montou-se um grupo de servidores em que a coordenadora Valéria Ribeiro foi colocada em condição de dedicação exclusiva à Comissão. Acredito que, em breve, a política de acessibilidade do TCU seja submetida à aprovação do plenário. A ministra Ana Arraes é a relatora do processo.

O edifício-sede passou por uma reforma recente e buscamos contemplar todos os aspectos de acessibilidade, mas sempre é possível identificar espaços de melhoria, de aperfeiçoamento. Eu sugeri à Valéria e ela também compartilhou dessa preocupação e convidou pessoas da sociedade civil com deficiência para validarem esse trabalho. Além de ter sido um trabalho muito minucioso, foi validado pela comunidade destinatária. Outras ações já foram desenvolvidas de ordem administrativa, como a aquisição de impressora braile, uma série de apresentações de filmes voltados para a temática da pessoa com deficiência, em parceria com o Espaço Cultural, que promove o Clube de Cinema.

Agora, a Comissão já desenvolve ações como a manutenção de uma coluna no União, a realização de parcerias com a Apae, a  interação com as demais unidades, núcleos ou coordenações de promoção da acessibilidade de outras instituições como Câmara dos Deputados, Senado Federal e Supremo Tribunal de Justiça. Há, ainda, um plano de capacitação desenvolvido em parceria com o ISC que habilita servidores em libras. Também trouxemos a deputada Mara Gabrilli(PSDB/SP), relatora da LBI na Câmara dos Deputados, para falar sobre os avanços conquistados, fizemos a instalação de um espaço de Vivência Sensorial, que foi a reprodução das dificuldades que as calçadas brasileiras apresentam. O presidente do TCU e demais autoridades da Casa foram vendados e colocados em uma rampa para que experimentassem a realidade da pessoa com deficiência visual. O projeto contou com o apoio da Faculdade Maurício de Nassau.

 

Qual a mensagem o senhor gostaria de transmitir à sociedade?

As pessoas têm de compreender que os talentos individuais, reunidos, produzem toda a riqueza que a nossa sociedade possui. Temos exemplos de grandes personalidades nas artes, na medicina, nas ciências, em carreiras jurídicas e no esporte. Muitas vezes, uma pessoa demonstra aptidão para determinada atividade, mas para outra função não dispõe dos mesmos atributos.  E é assim com a pessoa com deficiência. Mesmo as restrições sensoriais, motoras ou intelectuais – o que não inviabiliza a vida em sociedade- não as impede de participar, em igualdade de condições, com as demais pessoas em quase todas as atividades do cotidiano, desde que respeitadas as suas diferenças. E respeitar as diferenças no caso da pessoa com deficiência é prover os meios para que ela possa efetivamente interagir com todos os ambientes e com todas as pessoas na sociedade. Não é mais admissível qualquer tipo de restrição nesse sentido que, em última análise, espelha efetivamente uma discriminação.  Também espero que as pessoas compreendam que as ações afirmativas não são ações voltadas a permitir um tratamento privilegiado ou especial para a pessoa com deficiência, mas  são ações que buscam igualar as diferenças e permitir que todos desfrutem da vida social em condições de oportunidades equivalentes.

Vem aí a festa do Dia das Crianças da ASTCU em parceria com o Sindilegis, a Auditar e a Asap

Atenção, associados e demais servidores!

A ASTCU, em parceria com a Auditar, o Sindilegis e a Asap, convida todos vocês e suas respectivas famílias para comemorarem o Dia da Crianças, no dia 12 de outubro, das 10h às 17h, no clube da ASTCU (SCES, trecho 2, lote 45).

Para alegrar a criançada, a festa promovida pelas entidades vai contar com as seguintes atrações: piscina de bolinhas,cama elástica, touro inflável, futebol de sabão, animador infantil, balão mania (balão em formato de bichinhos), brinquedoteca e tobogã.

 No cardápio, comidinhas deliciosas como: espetinho de carne ou de frango, refrigerante, algodão-doce, pipoca e kit confeitos. Para que as crianças tenham acesso às guloseimas,tickets serão distribuídos na entrada do clube.Venham e tragam as famílias. A diversão é garantida!
Favor confirmar presença pelo e-mail: eventos@astcu.org.br
Informações: 3316-7184 / 7321

Regulamentos das modalidades esportivas e serviços oferecidos pela ASTCU

Regulamento de uso das quadras de tênis da ASTCU:

 

Dos usuários das quadras

Artigo 1º – As quadras de tênis poderão ser utilizadas pelos associados do clube, professores de tênis no exercício das aulas com seus alunos, desde que observados os termos do contrato de locação com o clube, além dos convidados acompanhados de pelo menos um sócio.

Artigo 2º – A utilização das quadras por professores e alunos, mesmo que estes sejam associados, estará restrita às três quadras específicas reservadas pela Administração para uso nos dias úteis.

  • 1º – Nos dias úteis, o uso das quadras específicas para aulas é de prioridade dos professores com seus alunos, observados os limites do contrato de locação, em especial a quantidade de horas pré-fixadas.
  • 2º – Excepcionalmente, em caso de escassez de quadras devido às chuvas ou outros motivos imprevistos, outras quadras poderão ser utilizadas para aulas, desde que a Diretoria Esportiva seja previamente comunicada sobre o fato.
  • 3º – É vedada a utilização das quadras para realização de aulas aos sábados, domingos e feriados, exceto em casos em que o feriado ocorra em dias de semana, a saber: segundas, terças, quartas, quintas e sextas.

DOS HORÁRIOS DE UTILIZAÇÃO DAS QUADRAS

Artigo 3º – As quadras poderão ser utilizadas no período de 7h as 22h, nos dias úteis, e no período de 7h as 18h nos fins de semana e feriados regulares, observado o disposto no art. 2º, § 3º.

  • Único – A critério da Administração, os horários de utilização poderão ser flexibilizados.

DO TEMPO DE OCUPAÇÃO

Artigo 4º – Em partidas de simples, o período máximo de uso é de 60 minutos.

  • Único – Isso também se aplica em casos de mais de duas pessoas compartilhando a quadra para partidas de simples.

Artigo 5º – Em partidas de duplas, o período máximo de uso é de 90 minutos.

  • Único – Isso também se aplica em casos de mais de quatro pessoas compartilhando a quadra para partidas de duplas.

Artigo 6º – Em partidas de barragem, o período de duração estará sujeito às regras estabelecidas no Artigo 20.

Artigo 7º – A ocupação de quadras para treinos particulares, independentemente do número de pessoas, segue as regras do Artigo 4º, como se fosse partida de simples.

Artigo 8º – A renovação de uso da quadra só é permitida quando não houver parceiros habilitados na fila de espera.

  • Único – Não é permitida a renovação de uso da quadra antes de expirado o tempo regulamentar em andamento.

DO CONTROLE DE OCUPAÇÃO

Artigo 9º – O controle de ocupação das quadras e da fila de espera será feito mediante a colocação da carteira social no quadro de controle.

  • Único – Excepcionalmente, quando sabidamente o portador seja sócio, na falta da carteira social, poderá ser aceito outro documento oficial de identificação.

Artigo 10º – A ocupação de quadras para aula deverá ser identificada por um cartão identificador de Aula ou o contrato de prestação de serviço do professor.

Artigo 11º – A ocupação de quadras para Barragem deverá ser identificada por um cartão identificador da Barragem.

Artigo 12º – O primeiro tenista da fila de espera terá o direito de uso da próxima quadra vaga, tornando-se o tenista da vez.

  • 1º – Se o adversário não estiver presente quando houver liberação de quadra, o tenista da vez cederá obrigatoriamente o direito ao próximo da fila, mantendo-se em primeiro na fila.
  • 2º – A seu critério, o tenista da vez poderá ceder o direito adquirido de uso da quadra ao próximo da fila, mantendo-se em primeiro na fila.

Artigo 13º – É vedado reservar lugar na fila de espera para uso de terceiros.

Artigo 14º – É vedada a ocupação individual de quadra para recreação ou treinamento – por exemplo, treino de saque -, exceto nos períodos em que não houver concorrência para uso das quadras.

Artigo 15º – As anotações de horário no quadro de controle serão feitas pelos próprios usuários, observadas as regras de convívio pacífico nas dependências do clube.

  • 1º – Os horários deverão se basear no relógio do associado da vez.
  • 2º – A falta de anotação no quadro de controle implica perda imediata de uso da quadra se reivindicada por alguém com direito de uso.

Artigo 16º – Os próprios tenistas se encarregarão de avisar o término do tempo aos ocupantes da quadra.

  • 1º – Após o aviso, opcionalmente, os ocupantes terão um tempo adicional para encerrar o game em andamento, que não poderá ultrapassar cinco minutos.
  • 2º – A contagem do tempo para os novos ocupantes só começará após o término da arrumação da quadra pelo assistente de quadra, quando for o caso.

DA ILUMINAÇÃO

Artigo 17º – A iluminação de qualquer quadra no período noturno é gratuita, porém não definitiva, de modo que o clube se reserva o direito de cobrar a iluminação em caso de conveniência administrativa.

DA BARRAGEM

Artigo 18º – A ocupação de quadra para partidas de barragem ASTCU estará sujeita à fila de espera normal.

Artigo 19º – As partidas oficiais de barragem ASTCU poderão ocupar todas as quadras nos sábados, domingos e feriados, exceto nos dias úteis, cuja limitação é de duas quadras para esse fim.

  • 1º – Outras partidas de barragem ASTCU, além das oficiais, poderão ser realizadas, porém sujeitas às regras normais de ocupação de quadras, conforme o Artigo 4º.
  • 2º – Uma partida não oficial de barragem ASTCU poderá ser transformada em oficial se, expirado o prazo regulamentar, não houver tenistas habilitados na fila de espera.

Artigo 20º – O período de uso de quadra para partidas oficiais de barragem estará limitado ao tempo de duração das partidas.

  • Único – Após o término da partida de barragem, os competidores deverão liberar a quadra, sujeitando-se às regras gerais de ocupação de quadras.

Artigo 21º – As partidas de barragem serão realizadas conforme as regras estabelecidas no Regulamento da Barragem.

DOS TORNEIOS

Artigo 22º – As quadras poderão, com autorização prévia e expressa da Administração do clube, e após consulta à Diretoria Esportiva da ASTCU, ser reservadas para torneios, mantendo-se um mínimo de duas quadras para utilização normal dos associados.

  • Único – A realização desses eventos deverá ser previamente divulgada aos associados praticantes de tênis.

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 23º – As quadras só poderão ser utilizadas para a prática de tênis.

Artigo 24 – Os praticantes deverão estar devidamente uniformizados com calçados e roupas específicos para a prática do tênis, sob pena de não pode entrar em quadra o associado ou convidado que não estiver com material próprio para prática do tênis.

Artigo 25 – Os praticantes deverão manter o silêncio e o respeito necessários para a prática do tênis, inclusive quanto ao uso de celulares durante as partidas.

Artigo 26 – O cumprimento deste regulamento será controlado, em primeira instância, pelos assistentes de quadra e, em segunda instância, pela Diretoria Esportiva da ASTCU.

  • 1º – Em caso de impasse, os assistentes de quadra farão a devida notificação à Administração do clube.

Artigo 27 – Os casos omissos e eventuais sanções por desrespeito a este Regulamento serão resolvidos pela Administração do clube, juntamente com a Diretoria Esportiva.

 

 

Regulamento de uso da piscina grande da ASTCU:

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 8h às 17h;

É obrigatório o uso de traje de banho(sunga, biquíni, maiô, touca);

É proibido o uso de óleos e de bronzeadores;

É proibido o consumo de bebida ou de comida na área ou dentro da piscina;

Crianças têm de estar acompanhadas do responsável.

 

Gestão da ASTCU eleita para o biênio 2016/2018 toma posse

(Jornalista: Milena Abrahão Khoury)

No dia 15 de julho, os membros da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal eleitos para gerir a ASTCU no biênio 2016/2018 tomaram posse no auditório Arnaldo Prieto. A solenidade foi conduzida pelo servidor Astrogildo Franco, Especialista em Cerimonial e Protocolo, e contou com a participação de dirigentes de entidades representativas, de associados e demais servidores.

Integraram a Mesa Diretiva da cerimônia de posse o então presidente da ASTCU, Alison Souza, o presidente eleito, Regis Machado, o vice-presidente Executivo do Sindilegis para o Senado Federal e presidente da Associação dos Servidores do Senado Federal (Assefe), Petrus Elesbão, o vice-presidente Executivo do Sindilegis para o TCU, Eduardo Dodd, e o diretor parlamentar e jurídico da Auditar, Dario Corsatto.

A solenidade foi aberta com a leitura do termo de posse pela atual presidente do Conselho Fiscal, Anabe Lopes. Na sequência, Alison Souza empossou o presidente eleito, Regis Machado, e iniciou seu pronunciamento enfatizando que foi uma honra presidir a ASTCU ao longo de quatro anos junto aos diretores. Também destacou as principais medidas adotadas em sua gestão: reforma nas instalações do clube, aumento considerável na quantidade de serviços oferecidos aos associados e, sobretudo, capacidade de empreender em um cenário adverso. “A associação saiu de um estado em que não estava mais conseguindo realizar. Hoje, temos ioga, beach tennis, escolinha de futebol, cinco quadras de tênis e duas academias, sendo uma nas dependências do tribunal e outra, de crossfit, no clube”, comemorou. Ele ainda salientou a importância de as associações terem se empenhado para unir forças. “Essa integração gerou resultados surpreendentes”, frisou, agradecendo o apoio do Sindilegis, da Auditar e dos associados durante seus dois mandatos.

Ao fazer uso da palavra, Regis Machado enalteceu a atuação do ex-presidente Alison Souza. “Nos últimos quatro anos, o Alison construiu uma união sólida entre as entidades. Ele é o grande responsável por essa sinergia”, reconheceu. Em seguida, Machado ratificou o compromisso da atual gestão de dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela ASTCU. “Vamos seguir com o projeto de renovação das estruturas do clube e de oferta de mais serviços aos sócios”, ressaltou.

Ele também anunciou a formalização de um convênio com a Assefe para que os associados da ASTCU utilizem a creche do Senado Federal, referência em Brasília. “Eu e o presidente Petrus Elesbão estamos finalizando conversas para oficializar essa parceria”, informou. Além disso, falou sobre o intuito de realizar pesquisas que irão apontar as demandas dos sócios em relação às atividades oferecidas pela associação. Para finalizar, agradeceu aos dirigentes presentes, além de Weranice Brasil, presidente da UNA-TCU, e de Evaldo Rocha, presidente da Asap.

Petrus Elesbão salientou que a melhor alternativa é sempre a união e a integração. “Vamos nos unir para que, em um futuro não tão distante, tudo o que aconteça no Senado seja estendido ao TCU e à Câmara dos Deputados. Não será fácil, haverá divergências, mas a meta deve ser mais importante do que as vaidades”, frisou. Ele ainda desejou sorte e serenidade à nova diretoria e disse que a obtenção de resultados favoráveis está atrelada à perseverança.
“O que faz um país ser grande não é a sua economia, mas as pessoas que o compõem”, ressaltou Dario Corsatto. Representando a Auditar, ele destacou que o Brasil está passando por um resgate ético proveniente da sociedade civil. “É a grande teia de associações e entidades que, ao ficar de olho em tudo o que está acontecendo, tem obtido avanços”, ponderou. Segundo Corsatto, é importante participar do trabalho sindical e classista, pois é dessa forma que se transforma um país. Como exemplo, citou o significativo aumento concedido ao TCU neste mês, fruto da união entre as associações, em um trabalho uníssono e desprovido de vaidades.

Para finalizar, parabenizou a nova diretoria por tomar conta de um patrimônio que é do servidor e disse que nada resiste ao empenho contínuo na construção de novas realidades. E fez um convite aos presentes: “O clube melhorou de forma expressiva, está mais bonito e com um maior número de serviços agregados. Venham visitá-lo”.
Ao fazer uso da palavra, Eduardo Dodd agradeceu a oportunidade de participar da cerimônia de posse representando o Sindilegis. “Tenho um apreço pela ASTCU. Nosso trabalho aqui no tribunal é duro, difícil e de muita responsabilidade. A associação nos proporciona leveza e o clube, localizado em uma área privilegiada, nos disponibiliza ótimas atividades de lazer”, avaliou.
Posteriormente, parabenizou a gestão do então presidente Alison Souza, desejou sucesso ao presidente Regis Machado e falou da satisfação em participar da cerimônia de posse com outras entidades. “A gente tem falado muito sobre união, e não há nada que prejudique mais uma instituição do que a falta de consenso e de diálogo. O sindicato e a Auditar vão continuar ajudando a ASTCU, pois unidos todos ganhamos e as coisas avançam”, arrematou.

Placas de homenagem

A ASTCU rendeu justa homenagem ao presidente Alison Souza por sua significativa atuação à frente da associação durante as gestões 2012/2014 e 2014/2016, bem como ao servidor recentemente aposentado, Milson Nascimento, por seu destacado desempenho como presidente da associação entre 1988 e 1990 – empenhando-se na obtenção do terreno onde foi edificada a sede social do clube – e por cumprir com excelência a missão de zelar pelo bem público. “Para mim, é motivo de muito orgulho receber essa placa de homenagem pelos serviços prestados à associação. Quero estender esse reconhecimento aos membros que compuseram a diretoria no biênio 1988/1990: Antônio Pedro da Rocha, Nazareno Vasconcelos, Rosana Rossi, Afonso Velez, Gilmar Gomes Lira e demais.” Ele também parabenizou a nova gestão, enaltecendo a capacidade empreendedora do presidente Regis Machado.

Composição da nova diretoria

Presidente: Regis Soares Machado; 1º vice-presidente: Alison Souza; 2º vice-presidente: Renato Arrochella; Diretor administrativo e financeiro: Alberto Leite Câmara; 1º diretor-tesoureiro: Delvan Ferreira; 2º diretor-tesoureiro: Afonso Velez da Silva; 1º diretor-secretário: Wilson Moreno dos Santos; 2º diretor-secretário: Ernesto Vasconcelos Carvalho.

Suplentes da Diretoria Executiva: Ítalo Pinheiro Figueiredo, Milton Batista Júnior, Dario Fava Corsatto, Sandoval Batista da Silva e Getúlio Martins Padilha.

Conselho Fiscal: Anabe Lopes da Silva (Presidente), João Correa da Silva, Manoel Celestino, Ivaldo Pereira de Assis e Abel Rodrigues da Silva; Suplentes: Álvaro Pereira da Silva, Marcos Jansen Pereira e Hiram Alves de Lima.

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Esclarecimentos sobre a eleição da nova diretoria da ASTCU

Ontem(28), no auditório Arnaldo Prieto, ocorreu a eleição que legitimou a nova diretoria da ASTCU.

O pleito, que contempla o biênio 2016/2018, foi realizado em chapa única, denominada União. O nome faz alusão a um consenso firmado entre associados com o intuito de reunir esforços em prol da associação.

Para o Conselho Fiscal, constituído por 5 membros titulares e 3 suplentes, a ordem de votação dos titulares é a seguinte:

– Anabe Lopes;
– João Correa da Silva;
– Manoel Celestino;
– Ivaldo Pereira;
– Abel Rodrigues.

Composição da nova diretoria

Presidente, Regis Soares Machado; 1º vice-presidente, Alison Souza; 2º vice-presidente, Renato Arrochella; diretor administrativo e financeiro, Alberto Leite Câmara; 1º diretor- tesoureiro, Delvan Ferreira; 2º diretor-tesoureiro, Afonso Velez da Silva; 1º diretor- secretário, Wilson Moreno dos Santos; 2º diretor-secretário, Ernesto Vasconcelos Carvalho.

Suplentes/diretoria-executiva: Ítalo Pinheiro Figueiredo, Milton Batista Júnior, Dario Fava Corsatto, Sandoval Batista da Silva e Getúlio Martins Padilha.

Conselho Fiscal: Álvaro Pereira da Silva, Marcos Jansen Pereira, Anabe Lopes da Silva, Manoel Celestino, Ivaldo Pereira de Assis, João Correa da Silva, Abel Rodrigues da Silva e Hiram Alves de Lima.

O presidente Regis Machado agradece aos associados, dando continuidade às ações que visam a melhoria do clube da ASTCU.

Sindilegis traz para Brasília poetas do repente nordestino

Na Noite do Cantador, Geraldo Amancio e Moacir Laurentino são os convidados ilustres do evento gratuito que acontece nesta quinta-feira.

O Sindilegis tem o prazer de lhes fazer um convite/

E quem gosta do repente com certeza vai aceitar/

Numa noite de cantador, todos vão se arrepiar/

Com o repente que Geraldo e Laurentino vão cantar.

Na noite desta quinta-feira (23), às 20h, acontece a Noite do Cantador no Centro de Atividades Sociais do Sindilegis (CAS), como parte das festividades juninas. Vindos diretamente do Nordeste, os famosos repentistas Geraldo Amancio e Moacir Laurentino, que há 40 anos encantam as plateias do Brasil com eletrizantes repentes, trazem para a capital federal o talento que conquistou inúmeros prêmios em festivais, além da venda de álbuns.

O evento de realização do Sindilegis e apoio do Espaço Musical Roberto Baez é gratuito para o público. Segundo o organizador do evento e coordenador setorial de aposentados e pensionistas do Sindilegis no Senado Federal, Nonato Freitas, a ideia desde o princípio é promover a cultura. “Nós fizemos questão de que fosse um evento divulgado e gratuito, para que todos pudessem comparecer e ver de perto esses dois gênios do repente que, generosamente, aceitaram o nosso convite. É um evento para não ser esquecido”, afirma.

O Centro de Atividades Sociais fica na 610 Sul (antiga Ascade na L2 Sul), em Brasília, e o show terá uma introdução inicial com a história do repente para, em seguida, apresentar os artistas. Para mais informações, entre em contato: (61) 3214-7300.

Os poetas do nordeste

Geraldo Amancio tornou-se referência no meio do repente sendo um dos mais laureados e respeitados, tendo um público imenso fã da sua cantoria. Apresentador de programas televisivos em Fortaleza (CE), atualmente está à frente do “A Sanfona e a Viola”. Pertence à Academia Brasileira do Cordel. Sendo membro também da “Casa do Cantador”, em Fortaleza, que possui mais de 50 anos de existência.

Nos últimos anos, ministrou palestras para diversas Universidades e Academias de letras dos Estados, assim como em colégios dos interiores mais distantes. Entre essas palestras, uma das mais marcantes foi em Coimbra, Portugal. Participante de vários Festivais de Repentistas,possui mais de 150 troféus de primeiro lugar.

Já o repentista Moacir Laurentino traz o talento no sangue. Filho do poeta Avelino Laurentino da Silva, é da família do poeta Belarmino de França e canta desde junho de 1963, mas profissionalmente a partir de 1966, e já dividiu o palco com Geraldo por diversas oportunidades.

Serviço

O quê: Noite do Cantador

Quando: 23 de junho (quinta-feira), às 20h

Onde: Centro de Atividades Sociais do Sindilegis – 610 Sul

Quanto: Entrada Gratuita

Mais informações: (61) 3214-7300

Fonte: Luísa Dantas, Ascom Sindilegis

TCU sagra-se campeão do 1º Torneio Integração de Tênis TCU x TST e TRT10, realizado no clube da ASTCU

(Jornalista: Milena Abrahão Khoury)

Na tarde do último sábado(11), no clube da ASTCU, o TCU venceu o 1º Torneio Integração de Tênis TCU x TST e TRT10 por um placar de 7×6. A iniciativa contempla a parceria estabelecida entre a Associação dos Servidores do Tribunal de Contas da União (ASTCU), a Associação dos Servidores do Tribunal Superior do Trabalho (Astrisutra), a Associação dos Servidores do TRT da Décima Região (ASDR) e o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e Tribunal de Contas da União (Sindilegis).

 

O evento contou com a presença do ministro do TCU, Augusto Nardes, dos ministros do TST Renato Lacerda e Augusto César de Carvalho e de 40 servidores. Na ocasião, a Astrisutra disponibilizou uma mesa com frutas e quitandas, além de massagista para os atletas. Vale ressaltar que os troféus, de campeão e de vice-campeão, renderam homenagem ao ministro Augusto Nardes.

 

De acordo com o servidor Marcelo Klimkievicz, um dos organizadores do torneio, o objetivo do campeonato foi promover a integração e o congraçamento, bem como contribuir para a melhoria da qualidade de vida no ambiente de trabalho.  “Foi uma manhã muito agradável, de jogos bastante equilibrados de equipe contra equipe, sendo que cada partida contou para a pontuação final”, explicou. Além disso, frisou a importância de ter o clube frequentado, cada vez mais, pelos próprios servidores. “Isso é fruto dos avanços alcançados pelo clube da ASTCU”.

 

 

O ministro Augusto Nardes salientou que a realização de eventos desportivos no clube da ASTCU contribui de forma significativa para a melhoria da produtividade no ambiente de trabalho, uma vez que combate o estresse, propiciando relaxamento e bem-estar. “O esporte promove a interação e melhora a convivência com os pares e com a família, além de ser uma ótima opção de lazer. Não consigo viver sem”, ressaltou.

 

Nardes ainda destacou o comprometimento do presidente da ASTCU, Alison Souza, no comando da associação. “Sinto-me como um assessor do Alison na sua luta para recuperar a ASTCU. E, com o auxílio do Sindilegis, conseguimos consolidar uma parceria que trouxe um resultado muito positivo para o clube e para os servidores”, comemorou.

 

A servidora e medalhista da VI Olimpíada dos Tribunais de Contas do Mercosul,   Andréia Alves de Araújo, ressaltou que a ASTCU está cada vez mais atuante na realização de eventos que promovem a integração entre os servidores. “O clube está excelente, reformado. Adorei”, pontuou.

 

Para o servidor Rodrigo Motta, medalhista da VI Olimpíada dos Tribunais de Contas do Mercosul, a integração promovida por meio do esporte é favorável tanto para os servidores quanto para os tribunais envolvidos. “Quero agradecer o apoio da ASTCU e do Sindilegis. Ambos têm contribuído de forma efetiva para a realização destes eventos esportivos, que só trazem benefícios aos servidores”, frisou.

 

 

Ministros e servidores do TST

 

O ministro do TST Renato Lacerda falou sobre a relevância do torneio de tênis para os tribunais: “é um momento de congraçamento, fora da toga, em que a interação é mais importante do que a competição”. Lacerda, que não conhecia o clube da ASTCU, elogiou o nível do campeonato e aprovou a estrutura oferecida pelo clube para a prática do tênis.

 

Praticante do esporte, o ministro do TST Augusto César de Carvalho ponderou: “na vida, é preciso saber ganhar e saber perder. Isso faz parte da realidade. E eventos esportivos são propícios para suscitar essa reflexão, embora hoje seja um dia lúdico e de descontração, em um ambiente muito agradável”.

 

 

“Eventos esportivos são importantes porque integram tanto os servidores quanto os ministros, mas o objetivo principal é promover a qualidade de vida no âmbito do tribunal”, afirmou Adelôr Alves Lopes, presidente da Astrisutra.

 

“Por sugestão do Marcelo Klimkievicz, viemos participar do torneio de tênis no clube da ASTCU, e o resultado foi positivo: ministros e servidores ficaram satisfeitos com a receptividade e com as instalações do espaço”, afirmou o organizador do evento por parte da Astrisutra, servidor Jaff Rodrigues.

 

 

Clube da ASTCU

 

O clube conta, atualmente, com cinco quadras de tênis que se tornaram referência na capital federal, além de professores qualificados. No espaço, também está sendo edificada uma quadra de paddle tennis, a primeira de Brasília. Servidores podem praticar tênis no clube, e associados possuem descontos na mensalidade. Informações: Daniel Teixeira(99318- 8300), gestor da modalidade no clube; professores Pedro Ratinho: 98226-4012 Henrique: 98100-5377 Hudson: 99185-4910;  Ricardo: 98192-2624; Paulo César: 98103-7025/97819-0692 (aulas somente pela manhã).